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Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 05/11/2014 16:07:35

Outro dia Gene Simmons falou que o Rock morreu, quem matou foi o Download
e que nenhuma banda vai mais ter chance de fazer sucesso como as antigas, viver do lance está cada vez mais difícil

não está de todo errado, apesar do sensacionalismo da chamada, ele até falou algumas verdades
mas deu uma polêmica danada, tudo que é cara saiu xingando ele...

Mas alguns tem uma postura diferente

http://heavymetal.about.com/od/interviews/a/Carcass-Interview.htm

Bill Steer do Carcass

The initial response to the album has been almost universally positive. Does that change your expectations for when it is released?

Expectations is a difficult word, because I wouldn’t say there are any. It’s no secret that bands aren’t selling many records now. If we do an album, it’s more of a statement of where you are creatively and a way to push yourself out there to do more live work. Nobody’s expecting to make royalties off an album. Things have changed drastically since we were here the first time.

Is there anything that can be done to fix the industry?

I don’t even see it as a problem, I just think that’s how it is. You can’t really argue with progress. It may feel a bit strange and negative at the moment, but you can’t turn the clock back. As many people have pointed out, there is a positive in the situation because the emphasis has gone back to live music. Any income a band is going to get is going to be from playing festivals and touring. There’s nothing wrong with that, per se.
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Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Waverider (Barra Mansa/RJ)  enviar um e-mail para Waverider
(wave.rider@rocketmail.com) 07/11/2014 14:09:07

Sobre a Indústria Pornográfica

https://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/primeiro-porno-filmado-por-um-drone-e-lancado-084740361.html
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 07/11/2014 12:05:51

Valeu Vinnas!

A informação que eu tinha era de que, mesmo no fullhd, havia compressão e não era tão bom quanto assistir o filme pela mídia!

Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Vinnas (Aracaju/SE)  enviar um e-mail para Vinnas
(marcusvinas@gmail.com) 07/11/2014 10:50:20

Sem falar que um bom acervo de velharias dos 50 e 60s, que mal se encontra em DVD, tá tudo lá no Netflix em HD.

Ex.: Barbarella, Caubóis com John Wayne, etc

Tentem pesquisar por nome de diretor ou ator, aparece uma pá de coisa
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Vinnas (Aracaju/SE)  enviar um e-mail para Vinnas
(marcusvinas@gmail.com) 07/11/2014 10:46:57

"Netflix vai ser bom mesmo quando for realmente global e tiver um acervo realmente relevante. Aliás, a interface do Netflix é podre. Você é "levado" até certos filmes e séries (como no Facebook) e ainda tem muito bug no site. Tem dia que consigo achar certos filmes, tem dia que não."

Olha, o acervo do netflix é imenso, aquelas sugestões estão muito longe de esgotar o acervo, eu diria que ali não é nem 2%.

Eu tou com uma lista imensa salva, faltando tempo pra assistir.
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Vinnas (Aracaju/SE)  enviar um e-mail para Vinnas
(marcusvinas@gmail.com) 07/11/2014 10:44:49

"A qualidade de áudio e vídeo do NetFlix é exatamente a mesma de um blu-ray?"

Foka, depende do seu plano e do seu wi-fi.

A imensa maioria dos programas é no minimo em HD ou FullHD. Alguns programas rolam em 4k já, parece.

Sobre o som não tenho certeza.
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 06/11/2014 17:07:53

Pois é Roberto, por isso não me atrai o sistema de streaming.

Cara, eu gastei um dinheiro em TV e HT. Fui no embalo da propaganda sobre a grandiosidade da coisa...

Não há lógica em investir em TV e HT...para não usufruir do máximo e ficar assistindo filme em qualidade mediana.

Eu ainda sou frequentador de locadora e compro os originais do que gosto!

Gosto de ver um filme novo, com imagem em full hd e som rolando pelo sistema 5.1 (vou trocar por um 7.1 quando puder...).

Sobre "nunca se consumiu tanta música" é preciso fazer uma correção: "Nunca se OUVIU tanta música".

Consumir, no sentido comercial tradicional, realmente não é mais a mesma coisa.

Todo mundo anda com gadgets lotados de arquivos de torrent e emule...fato.

Vejam como são as coisas...sem pirataria e sem pornografia, a internet não passaria de uma "coisinha que eu já ouvi até falar".

Aliás, eu que sou do tempo da BBS...posso afirmar: Tornou-se interessante quando pegar arquivos sem pagar, tornou-se realidade. Modem US Robotics 14.400 KBPS apitando e download de um única arquivo de 1MB em 30 minutos...rs

Logo, a pirataria ajudou a impulsionar muita coisa e popularizou o sistema.

Hoje a preocupação é com a conta.

Foi bem lembrada a situação do uso de banda. Realmente, há mais gasto para manter no ar o link com 1 milhão de acessos diários.

Felizmente foi derrubada a ideia de se oferecer conexão de internet com restrição de acesso...bola levantada aqui no Brasil. Não lembro de ter visto esta ideia em outro lugar.
Imaginem só: Pacote de internet por R$ 50/mês. Pacote de internet + you tube por R$ 75/mês. PROMOÇÃO Internet + You Tube + Redes Sociais por apenas R$ 85!

Há que se pensar na mudança dos costumes...a nova geração não sabe o que é ir em uma loja comprar um CD.
A mudança cultural já é sentida.
Entre no quarto de um adolescente e procure quantos CDs ele possui...

Por isso eu disse que a indústria, enquanto não assumir que perdeu a batalha, não vai sair do "mimimi".

Já era...perdeu.

E a mudança continua...hoje, nem gravar em mídia física compensa.

Eu gravei muita coisa em DVDs...antes do advento "tudo com USB". Comprei muito caixa de DVD...isso há 7, 8 anos atrás. Nunca mais o fiz...


Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 06/11/2014 16:47:02

Não conheço bem a qualidade de Blue ray e essas coisas de burguêis opreçô
mas não acho a imagem do Netflix igual, nem igual a de DVD

mas sei lá...sou do tempo do VHS, pra mim, tantofaz tantofezes...

Concordo com algumas coisas do Daniel Rory
Acervo é limitado, a interface é estranha, aquelas divisões por categorias: filmes emocionantes, filmes cativantes, filmes para se divertir e descontrair
Mas na busca até que acha...o que eles tiverem disponível para ser achado...

Não vejo muita tv, mas outro dia vi de novo o The Omen 1, fui procurar o 2 e 3...necas...fiquei possuído...bom, o filme fez efeito...

Mas com relação ao direitos autorais, nesses esquemas, o dinheiro é pago pela execução, como na tv normal, ou é um tipo de gambiarra ?

Pitão
concordo com você, as maravilhas da evolução, nesse caso do acesso às condições para gravação
Eu me lembro de quando o começo dos 90, um amigo me emprestou um fostex...e na época isso era uma maravilha...
Mas esse boom que deu no movimento gravações caseiras, acho que não interfere muito nas vida dos mega-stars.
Talvez tenha pesado mais para estúdios pequenos, que ganhavam com serviços precários quebrando galho, com adat's da vida

Vou tentar achar a matéria original da polêmica
se não me engano, o Simmons colocou algo como "a industria...o rock...como conhecemos acabou..."
é que a chamada foi sensacionalista e causou uma certa revolta, até entra a galera dos estrelas, Nikki Sixx, Halford, Dee Snider, muitos cornetaram

Agora, esse "nunca se consumiu tanta música", é comprando mesmo, ou baixando de graça ? aí é que está...

Quanto as diferenças na distribuição e acesso, sei lá...porque antes quem gostava de som pesado não era na tv ou rádio (comercial) que descobria. Tinha que ir atrás mesmo. A velha frase do Pepper Keenan (Down): "banda x não caiu no colo...do your homework"
Mas agora está com certeza mais rápido, e alcance infinitamente maior.

Só que eu acho confuso falar em "arte pela arte" quando se tem um investimento, muitas vezes grande, para fazer um disco que tenha uma sonoridade profissional. E o investimento da vida do artista, se é artista de verdade mesmo rsrs o empenho para criar aquilo...vai viver do que ? o custo, o tal "preço", não é só do objeto, da mídia, o meio da reprodução.

Bom, até punk cretino hipócrita, ou qualquer outro "artista" que critique o tal "sistema", acabava vendendo seus discos, produtos, e lucrando em cima do que eles criticavam. Qualquer um que seja contra o "sistema" merece ser pirateado...
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 06/11/2014 16:04:59

A qualidade de áudio e vídeo do NetFlix é exatamente a mesma de um blu-ray?
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Daniel Gallagher (Belo Horizonte/MG)  enviar um e-mail para Daniel Gallagher
(gfaria@gold.com.br) 06/11/2014 15:37:29

Netflix vai ser bom mesmo quando for realmente global e tiver um acervo realmente relevante. Aliás, a interface do Netflix é podre. Você é "levado" até certos filmes e séries (como no Facebook) e ainda tem muito bug no site. Tem dia que consigo achar certos filmes, tem dia que não.

Por global, digo o fato de os conteúdos ainda terem muita frescura de distribuição. Filme que pode passar nos EUA e não pode passar aqui porque não teve acordo, essas coisas...

O acervo ainda é bem fraco. E o Netflix precisa de um grande concorrente. Não sei porque os grandes estúdios ainda não criaram seus Netflix próprios. Acho que isso não está longe de acontecer.

Outra coisa que está dando pano pra manga é a questão do marco regulatório da internet, algo que acho que a maioria não parou pra pensar ainda, mas é muito relevante.

Hoje quem investe em tecnologia e infraestrutura é o provedor. Quem vende conteúdo disponibiliza e pronto. Quem tiver acesso, bem, quem não tiver, amém. A discussão hoje é como fazer com que o Netflix (que é responsável por uma porcentagem absurda do uso de banda larga nos EUA por exemplo) PAGUE para expor seu conteúdo usando essa banda larga. Quem se fode é sempre o servidor. O Netflix lava as mãos.

Acho essa uma discussão interessante, mas ao mesmo tempo, resvala muito na questão do poder aquisitivo, pois um conteúdo pode passar a custar muito caro só porque é muito acessado e precisa de pagar mais para o "concessionário" da banda larga. Um paradoxo que está sendo discutido aí no mundo todo e pode transformar (de novo) a forma como consumimos conteúdo na internet.
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Vinnas (Aracaju/SE)  enviar um e-mail para Vinnas
(marcusvinas@gmail.com) 06/11/2014 11:46:25

"eu assino o netflix, estou pra assinar o spotfy. acho que não só o serviço é bom, como tb de alguma forma gera receita e feedback pro artistas. acho que deve ser triste pra caralho tu fazer um album com o maior carinho, todo mundo ouvir, gostar, baixar pra caralho e tu não ter a menor ideia do tamanho da sua audiência. "

Concordo! Eu assinei faz uma semana o Spotify, Netflix tenho faz uns 3 meses. Estou achando fantástico.
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Pitao (Rio de Janeiro/RJ)  enviar um e-mail para Pitao
(pitao.rio@gmail.com) 06/11/2014 08:33:48

Galera, eu vou dar a minha opinião. e eu gostaria de deixar claro que é uma opinião baseada no que vivi. Sou um cara de 31 anos, fui a "primeira geração" a usufruir de música digital, fui expulso do napster por uma das minhas bandas favoritas e em paralelo a isso vivi e toquei no underground metal carioca. então tudo aque eu expor, de alguma forma teve origem nisso.

não acho que a industria fonográfica está condenada, pelo contrário, vários números atestam que nunca se consumiu tanta música como o mundo consome hj em dia.

se de um lado isso gera uma "pulverização" dos talentos, sem a rádio e a TV dizendo pra vc quem ouvir. De outro temos acessos a arte que jamais acessaríamos há 20 anos atrás. Isso é arte, arte pela arte. o cara tem uma idéia, grava, alguém ouve, alguem curte. acho absolutamente lindo isso. Porém. reconheço que em um ambiente ultra competitivo destes a chance de ficar rico é diminuida.

Sobre o outro lado que essa "revolução digital" nos trouxe. Antes era necessário gastar milhões pra gravar um puta album. hoje em dia com uma fração disso faz-se miséria num bom estudio. com uma fração da fração vc consegue gravar em casa em uma qualidade que não deteriora o entendimento e compreensão das suas ideias. Depois de um hiato de uns 5 anos voltei a brincar com home recording e eu estou absolutamente CHOCADO com a evolução das coisas. Tenho produzido um material meu nas horas vagas e a curva de aprendizado vs. resultado foi aceleradissímo. acho que em um ano, se tudo continuar assim eu chego onde eu quero com umas 10 músicas bem gravadas em casa. (em casa é mais gostoso)

por fim, eu acho que ainda será possível ganhar dinheiro com música sim. o mundo precisa e consome música. vão haver os "figurões" do rap, hip hop, pop music, umas 3 bandas alternativas e a bosta do U2 vendendo milhões por ai. bandas "médias" terão que fazer shows, nada mais natural e ganhar uma merreca via venda de material promocional (online, ou não) e através de serviços de streaming.

eu assino o netflix, estou pra assinar o spotfy. acho que não só o serviço é bom, como tb de alguma forma gera receita e feedback pro artistas. acho que deve ser triste pra caralho tu fazer um album com o maior carinho, todo mundo ouvir, gostar, baixar pra caralho e tu não ter a menor ideia do tamanho da sua audiência.
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 05/11/2014 23:22:27

Caraio Rick Wakeman, fazer spam merchan não pode !

valeu pelo incentivo e elogios !

Focker, é esse:
http://www.youtube.com/watch?v=9zKmychwprQ

http://en.wikipedia.org/wiki/Metal_Evolution

acho que o meu tá com legenda em português, preciso conferir

tem vários episódios, cada um para uma "cena"

o do Thrash é foda, momento mastercard
Dave Lombardo falando que quando saiu o Black Album ele jogou pela escada...e racha o bico...não tem preço !

Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Rick (Resende/RJ)  enviar um e-mail para Rick
(ricardosoaresc@yahoo.com.br) 05/11/2014 22:16:43

Olá, Roberto Costa quente!
Em relação à indústria fonográfica eu não entendo nada, mas sobre o som do seu CD eu entendo.
Pode ter certeza que seu som vai me levar a uma viagem pelos Undergrounds de birghiman ou Londres dos idos dos anos 70-72!
Trilha sonora perfeita para acompanhar umas cervas inglesas ou alemãs !
Parabéns e obrigado por compartilhar!
Abraço.
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 05/11/2014 21:37:43

Que documentário é esse?

Tem no tubo?

Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 05/11/2014 19:35:38

É, para muitos o show era principalmente para vender o album.

Mas pro Kiss por exemplo. Os 3 primeiros discos não vendiam muito. E parece que ao vivo é que o bicho pegava.
Tanto que o Alive!, assim como outros duplos ao vivo, teve o apelo de ser um tipo de "souvenir" do show.

O Carcass mesmo, e a maioria da galera do som extremo, não conta com rádio. Teve o John Peel no começo, mas era um lance local, independente. Não era padrnao jabá.
E esse disco novo deles de 2013, parece que emlacou #50 na Billboard nos EUA.

Acho que os menores sofrem menos os sintomas. Correm por fora.

Já o Kiss, começou correndo por fora, sendo o azarão. Mas depois, usufruiu do boom absurdo. Aí, quando cai a peteca...nego chora...rsrs

Mas tem duas coisas, a indústria fonográfica como um todo, e a popularidade dos estilos.

Tem um documentário legal, de capítulos sobre cada "praia" do Rock/Metal
o capítulo do Hard Farofento é foda.
O Bobby Blotzer, batera do Ratt, fala de quando tava miando o esquema, e bombando sons alternativos
ele tava no carro, e virando no rádio, nádegas...só som bizarro, rap, pula-pula...a cara dele falando de quando caiu a ficha é foda...
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 05/11/2014 19:18:17

Isso é interessante mesmo. Houve uma inversão de valores: A música incentiva a venda do show.

Houve um afastamento da ideia do show, pura e simplesmente, como meio de divulgação para venda de discos.

O grande problema da indústria foi acreditar que teria poder suficiente para continuar monopolizando o acesso ao produto final.

Dançaram. E continuam fazendo "mimimi"...

A nova fórmula ainda não foi achada.
As cartas estão lançadas...

O que é certo é que o "apocalipse" anunciado...não se mostrou nem de perto.

Gostaria de ver como algumas práticas ficarão em mais alguns anos, caso a popularização maciça da internet se concretize.
Isso poderia afetar o jabá da TV e Rádio.
Pessoas que não dependem destes veículos, não seriam, em tese, afetadas por aquilo que a indústria quer que venda.

Mas isso é especulação...

Enfim, o choro é grande, mas Luan Santana ficou milionário em alguns meses...
Detalhe: após o pai jabazar para ele tocar em um rodeio...rs
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 05/11/2014 19:00:41

Já tinha ovido sobre esse Levi's Jeans, a galera onde estudei curtia
ele e também li um pouco do Lev Manovich, maomeno papos parecidos

Na área Visual, tem um cara que foi bastante interessante, o Vilém Flusser
Ele fala em um de seus livros sobre a "não-coisa", de como a importância se voltou para a informação, como ele diz, agora está tudo na ponta do dedo, um click.

O Chaim Witz pode até ter sido e continuar sendo o especulador-Master, mas tem uma diferença: ele criou um legado absurdo para especular em cima. E como ele mesmo fala nos seus livros, na época, não rolava muita grana, pelo menos no começo.
Ele investia bastante. E a gravadora quase quebrou até o Alive!
E mesmo no Destroyer, que já começavam a desfrutar dos louros, a coisa não era muito folgada. Ele comenta das gravações, era com o tempo meio controlado, não dava para pirar muito.

E tinham que excursionar, tocar em tudo que é lugar.

Mas uma coisa curiosa que o Bill Steer falou. Que agora tende a voltar a necessidade dos shows. Sim, fica parecido com o que era antes. Mas antes, o show era para promover a venda do disco. E ele fala que para ele, agora o disco é para mostrar o que o artista está criando, e no final impulsinoar os shows.

Sim, o LP está voltando. Eu mesmo além de ter mantido um monte dos antigos, andei catando alguns dos novos.
Mas ainda é um público restrito, um nicho.

Não dá pra ter tudo, mas um ou outro original eu faço questão de ter. E principalmente por isso: para prestigiar e retribuir pelo que o cara fez.
Do Kiss tenho tudo em LP dos antigos. Não comprei os novos dessa fase Kover de luxo porque não gostei, acho zuado. Se gostasse compraria, mesmo tendo a chance de ter mp3 digrátes.
Mas comprei os 2 últimos da Filial, do Ace, em CD mesmo. Acho ótemos !

Em LPs, os Sabbaths 180g são foderáticos...os do Iron Picture também...

Também gosto de filmes, e também não dá pra ter o que quer. Mas um ou outro que eu gosto mais cato o orginal, para dar algum valor, prestigiar mesmo que irrisóriamente, a indústria malvada opressora imperialista.
Numa aula uma vez desvirtuou o papo, e pintou a polêmica de "baixar ou não baixar"...
Eu até concordei, não vou ser hipócrita, baixo muitos. Mas comprar pirata, na boa, é coisa de desgraçado. E a Profª Chefa lá e outra falaram que compravam, eu cornetei...

Em termos de música, é um pouco parecido com a Fita Cacete...E no final, as vezes serve para ajudar a divulgar, o cara conhece, e se gosta muito, acaba comprando. Mas, em comparação ao CD, se tem um mp3 alta qualidade, ou até audio lossless, não tem diferença no que se ouve. Na Fita, perdia muito.
Re: Sobre a Indústria Fonográfica
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 05/11/2014 16:30:17

Isso vindo do cara mais especulador da própria imagem/banda...rs

Não condeno 100%, mas também não apoio 10%.

Entende?

Estes dias eu estava pensando muito sobre o fenômeno da vida digital, sobre a chamada "sociedade da informação".
Estudei muito a manifestação do "digital" na vida da sociedade atual.

Li muito Pierre Lévy e, durante um tempo, fiquei contagiado com o discurso dele.

(Para quem não conhece, Lévy é um filósofo da corrente "técnólatra", que se contrapõe ao "tecnofobismo".)

Hoje, não sei como o mesmo pensa as mesmas questões...eu mudei muito minha forma de pensar e encarar.

Para não alongar demais o post com questões e elucubrações práticas e abstratas...

Acredito que, em algum momento, veremos a "implosão" deste modelo "excessivamente digital" dentro de um conceito, novamente, mais "orgânico".

Algo que eu chamo de "renascimento da matéria".

Faço esta crítica baseado em um modelo comum na história da sociedade: todo paradigma se auto destrói em seus excessos.

Um exemplo para ilustrar: No meio digital, do stream, do MP3...o LP está voltando e forte.

Acredito que voltaremos a buscar experiências mais orgânicas...não sei como isso se dará, nem em que momento. É apenas especulação.

Não pensem em uma volta ao passado, isso é um engano comum, deduzido até do exemplo que dei do LP, que ainda possui um apelo saudosista.

A "implosão" nesse modelo, pensando na música, se dará, principalmente, no aspecto "qualitativo".
A música ficará mais "competitiva". O excesso será automaticamente banido.
Restarão apenas aqueles que possuem algo para mostrar.

(Alguém pensou no quanto se fala em "gerenciamento de carreira" atualmente? Isso é começo de um processo de seleção...)

Ou seja, voltaremos a ver pessoas de destaque, veremos ícones ressurgindo etc.

O período é de transição, ainda.
A diferença é que, hoje, podemos apontar alguns aspectos já consolidados. Não estamos mais no processo caótico de um "bg bang" da vida digital.

A tal, "indústria fonográfica"...pode tirar proveito disso, ainda, desde que aceite que perdeu uma parte do jogo.




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