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Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Waverider (Barra Mansa/RJ)  enviar um e-mail para Waverider
(wave.rider@rocketmail.com) 19/03/2015 15:36:27

Ouvi falar que já está certo que o Kiko Loureiro é o novo guitarrista do Megadeath. Alguém aí pode confirmar isso??

Marcelomp??

https://www.youtube.com/watch?v=F4Y3bU_9fP4

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Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 14/04/2015 08:14:24

Toca muito mesmo, fudido.

Engraçado, tecnicamente, pode lembrar o EVH, mas pela proposta, na minha opinião, eu chamaria de "Santana brasileiro"

Apesar de o chicano ter feito 3 discos com a mistura de rock e sua cultura de origem, depois atirou para todos os lados.

Para mim, a mistura dele fica mais na categoria que citei do Raimundos, uma coisa original, autêntica, e com uma linguagem própria. Na minha opinião, em momento algum soa proselitismo, tentando capitalizar ao levantar uma bandeira usando coisas que soam no mínimo "exóticas", quando nnao bizarras dentro do contexto.

A Beat It achei fudida. Sei que comparações são sempre lamentáveis, mas neste caso é inevitável, e achei a versão dele muito mais legal do que a do Greg Howe, recentemente postada por aqui.

A Little Wing eu não curti nada. Mas não por ter instrumentos brasileiros, e sim por terem mudado muito. Achei que descaracterizou. E isso poderia ter acontecido, como acontece em muitos casos, independente da mistura.
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Vinnas (Aracaju/SE)  enviar um e-mail para Vinnas
(marcusvinas@gmail.com) 13/04/2015 01:25:27

Eu tava nesse show aí Armando/Jordan. Mano, eu detesto esse som clean staccato sem vibrato do gringo, puuuutz. Acho sessão da tarde demais.
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 12/04/2015 22:00:33

Mais...

Little Wing ao Bandolim e guitarra baiana com participação de Stanley Jordan.

https://www.youtube.com/watch?v=02bn1M2DLqI

Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 12/04/2015 21:51:55

O contrário também pode ocorrer de forma legal.

Olhem aí...

https://www.youtube.com/watch?v=uOA1Y7jiMo4

Waldir Azevedo "rocker" nas mão de Armandinho Macedo, nosso Van Halen. rs

https://www.youtube.com/watch?v=KR5pa2wrSlI

Ele toca muito...

https://www.youtube.com/watch?v=HZfHEZo-jqU
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 12/04/2015 19:26:48

*esteticamente, sem acento.
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 12/04/2015 19:23:56

Headbanger
sim, muitos acham sacrilégio um humbucking na strato. Ou mesmo um hum cancelling stacked, que emule o somd e um single, e por fora tenha o memso visual.
Tem gente que faz restrição à cola usada na guitarra. E é direito deles acharem isso, uma vez que esperam coisas específicas do que estão adquirindo.
Preconceito é ter um conceito pré-definido, antes de conhecer algo. Na maioria dos casos, não é "pre" conceito, ams sim um "mau" conceito. Não gostam, não querem, e sabem perfeitamente o porque.

No caso do baile funk, apesar de eu odiar isso com todas as minhas forças cansadas, e pelos mais diversos motivos,
não concordo em um ponto.
Tudo bem, podemos tentar definir o que se restringe como "sabedoria", mas querendo ou não, eles possuem o conhecimento deles, o qual eles valorizam acima de tudo. Possuem seus códigos, e se comunicam através deles.
Se isso não é conhecimento, para qualquer pessoa alheia ao universo do rock/guitarra, tudo que se conhece sobre timbre/gear, e é refletido no resultado final também não é conhecimento (ou sabedoria), e que na realidade falta bom senso para esses donos de guitarras alienados.

Quanto aos mâno e as mína que pira, aí que está: para eles, da forma como eles apreendem o tal "fenômeno", isso é bom gosto. E mesmo a guitarra com o melhor timbre do universo (melhor para um indivíduo em questão) pode ser falta de sabedoria, mau senso e mau gosto.

Talvez essa idéia possa pertencer ao conceito que em algumas linhas de pensamento se dá o nome de alteridade.

E é neste ponto que eu não concordo com a definição do que é "bom", estéticamente falando.
Pois no caso do baile funk existe a questão moral, e eu não concordo com relativismo moral.
Um dos pontos, por exemplo, diz respeito à sexualização de menores de idade. E isso sim deveria ser criminalizado.
E neste caso, não falo como ironia, figura de linguagem que usei no outro caso, das misturas de instrumentos.
Mas isso é outro papo, não cabe aqui.
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 12/04/2015 18:50:09

A comparação coma comida é interessante, acredito que faça sentido na questão dos gostos particulares, mas com respeito à linguagem também não reflete muito o caso.

Eu pensaria em outra coisa: Um chefe italiano, muito famoso, ficou famoso por fazer uma feijoada nova.
A feijoada dele usava partes diferentes do porco, e uma qualidade, um tipo novo de feijão que só existe na Itália.
Mas ainda era uma feijoada dentro dos conceitos que se entende por feijoada, com feijão e carne de porco.
E ele ficou famoso no mundo inteiro pela originalidade dela. Até mesmo no Brasil, um país cuja cena gastronômica é hipoteticamente de difícil concorrência.

Depois de alguns anos, para se reinventar, ele resolve resgatar suas "origens italianas".
Então ele faz uma feijoada nova, e coloca molho de tomate, molho de tomate e parmesão misturados no novo prato...
Tem gente que gosta? Lógico. Tem gente que acha inovadora? Lógico.
É uma feijoada? Para alguns pode até ser. Para quem cresceu conhecendo feijoada com feijão e carne de porco, não é.

E o problema em questão não é nem se um gosta e outro não gosta, mas sim o discurso para alegar que o molho e o parmesão, por serem da cultura original, resultem em uma feijoada melhor.

Outro exemplo bem representativo é o churrasco de melancia da Bela gil. Ela pegou pedaços de melancia e colocou na churrasqueira. E chamou de churrasco.
E alertou para o fato de que as pessoas estão muito restritas ao termo do churrasco, e não entendem que é possível fazer churrascos diferentes, e muito melhores para a saúde.
Ela pode fazer melancia na brasa? É lógico. Alguns - ou muitos - vão gostar? É possível.
Melancia na brasa é um churrasco? Mais além, é um churrasco "melhor" por ser feito com melancia?

O artista pode - e deve - fazer as tais ousadias? É lógico que sim. E para mim isso nem deveria ser discutido.
Mas da mesma forma o espectador pode ter uma opinião sobre o que foi criado. Os termos que usei foram ironias para expressar o quanto eu repudiei o que foi feito.
Se este pensamento autoritário, que impede a opinião divergente, fosse regra, viveríamos em 1984 sob a polícia do pensamento de George Orwell.
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 12/04/2015 18:32:59

Independente de qual seja o aparato em questão, captador, pedal, ou qualquer outra coisa
foram ferramentas escolhidas para viabilizar a expressão de uma linguagem específica, no caso, dentro do gosto do artista em questão
Mas eles de forma alguma reforçaram qualquer bandeira panfletária. E é isso que foi mencionado em alguns posts aqui.
Usar a bandeira da "cultura brasileira" como diferencial. E o fato de ter raíz de um ou outro paíz - qualquer que seja - não deveria ser garantia para ser melhor.
O tal captador representa uma ferramenta como outra qualquer, para alterar caracetrísticas inerentes à linguagem. No caso, o timbre, o tal do "brown sound"

No caso do berimbau, o problema não é o berimbau em si, ou qualquer coisa que propicie timbre ou sonoridade deiferente
ele aparece, junto à snonoridade "exótica" que acrescenta, com outro significado. Representa uma coisa fora dele, a tal da "cultura de origem".
Está reforçando o proselitismo acerca da porra da "brasilidade", como se isso fosse agregar valor ao camarote.

Uma coisa é a mensagem, o conteúdo da linguagem. Outra é o meio, a forma como a linguagem aperece e é apreendida.
Em ambos os casos fazem parte, compreendem a linguagem, mas nestes dois casos, estão representando objetos diferentes.

No caso do captador, o aparato (tecnologia) não está remetendo a nada fora dele, é o som em si, caracteríticas do timbre.

Com o próprio EVH, faria um pouco mais de sentido a comparação com os sintetizadores.
Eles não servem ao proselitismo panfletário, mas corroboraram em parte com a mudança do VH para uma banda pop.
No caso não buscava nenhuma cultura de origem, mas a novidade, o que estava na moda.
E isso causou muita polêmica, mesmo dentro da própria banda. Eu tinha entrevistas antigas em que o EVH falava exatamente sobre isso, que a banda reclamava por synths nãos erem "rock n roll", mas que ele compunha, então ele decidia.
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Toni(Antognionni)  enviar um e-mail para Toni(Antognionni)
(teototeoto@yahoo.com.br) 12/04/2015 07:10:58

Maldito corretor...aff
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Toni(Antognionni)  enviar um e-mail para Toni(Antognionni)
(teototeoto@yahoo.com.br) 12/04/2015 07:09:25

Eu gosto de camarão ao alho e óleo com uma cerveja bacana, agora todo dia a mesma coisa enjoa, talvez exista quem com todo dia e n abuse, mas comigo não rola, em todos os movimentos musicaais, mesmo o mais tradicional como a música de concerto, compositores renomados acharam no folclore o frescor p novas e inspiradas composições, vide Bela Bartok, Vila Lobos...tava assistindo o seriado Marco Polo e achei fuderosa a trilha, música orquestral com influência da música mongol, aqueles cantos guturais, muito massa...sou fã da música espontânea, feita prlo homem de forma verdadeira, seja desafinado, fora do tempo, como eh visto em alguns folguedos, mas eh verdadeiro como a arte tem q ser, ainda bem q esse pensamento limitado é minoria, se fosse regra a arte se transformaria em algo monótono e repetitivo.
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Headbanger (São Bernardo do Campo/SP)  enviar um e-mail para Headbanger
(marcelobsobral@hotmail.com) 11/04/2015 23:47:04

"Headbanger, neste caso você está se referindo ao uso da tecnologia, o uso dos meios para produzir a tal da linguagem, que é outra coisa."

Hoje ainda é comum ouvirmos de guitarristas que acham uma abominação stratocaster com humbucker. Duvido que Eddie teve algum tipo de preconceito sobre esse fato, simplesmente foi lá e colocou em sua guita e virou o genio. Claro, não somente por isso mas pelo músico que é.

"Você pode até não perceber, ou não assumir,
mas quando você impõe a sua condição para a tal da "ousadia" - no caso as condições que estabelece como necessárias para a liberdade da ousadia sendo sabedoria e "bom" gosto (o que quer que seja o que você considere por estes conceitos) - você já está limitando a mesma "ousadia" que você defende."

Compositores de "funk-baixaria-ostentassaum" ousam, usam e abusam de sua liberdade de expressao, mas na minha opiniao faltam-lhes um minimo de bomsenso e sabedoria, virou uma coisa totalmente de mau gosto, mas tem nego que pira, e as mina tambem.

"Isso tudo continua sendo julgamento de valores. O que cada um - seja um brasileiro amador que participa do forum, seja um gringo profissional grunge pop - acha que é "melhor" ou "pior"."

Concordo. Estamos acostumados com os batuques do carnaval, para os gringos é uma coisa totalmente exótica.




Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 11/04/2015 17:09:54

Headbanger, neste caso você está se referindo ao uso da tecnologia, o uso dos meios para produzir a tal da linguagem, que é outra coisa.

Você pode até não perceber, ou não assumir,
mas quando você impõe a sua condição para a tal da "ousadia" - no caso as condições que estabelece como necessárias para a liberdade da ousadia sendo sabedoria e "bom" gosto (o que quer que seja o que você considere por estes conceitos) - você já está limitando a mesma "ousadia" que você defende.

Isso tudo continua sendo julgamento de valores. O que cada um - seja um brasileiro amador que participa do forum, seja um gringo profissional grunge pop - acha que é "melhor" ou "pior".

Entre eu falar que acho mistura com berimbau uma desgraça, e você falar que ousadia só é permitida com o que é por você entendido como bom gosto e sabedoria, ambos os pensamentos são de segregação.
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Headbanger (São Bernardo do Campo/SP)  enviar um e-mail para Headbanger
(marcelobsobral@hotmail.com) 11/04/2015 12:37:44

Já pensou se o EVH resolvesse não colocar um Humbucker em uma Strato só para respeitar as tradições?

Concordo 100% com o BRich e o Toni, musica tem que ousar, mas claro, com sabedoria e bom gosto, ou não...rsrsrsrs
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 10/04/2015 19:13:58

Heavy Metal surgiu de misturas, mas dentro de um escopo. Não pulavam para galhos muito distantes, se mantiveram nos próximos. O próprio Progressivo, que foi muito mais híbrido, e foi em parte influência para o Metal, nos seus ingredientes "folclóricos", ficou no folclore local. Afro-macumbices passaram longe.

Quanto ao papo de morrer se não se reinventar, essa morte vem sendo anunciada desde sua criação. O tempo mostrou o contrário. E sobre a teoria da reinvenção, o que mostra que na prática a coisa não funciona assim é a crescente demanda para as formações e os trabalhos clássicos das bandas. Bandas depois de momentos de "reinvenção" acabaram obrigadas a retornar aos seus formatos testados e aprovados.
Mas provavelmente é o público que "não entende" o progresso iluminado...
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por BRich (Topo do morro/SP)  enviar um e-mail para BRich
(bdh73@hotmail.com) 10/04/2015 17:11:16

Eu apoio 100% qualquer mistura musical. O metal mesmo só existe porque em algum momento os doidões resolveram experimentar. Até parece que o heavy metal nasceu da Vigem Maria imaculada, e que é o 'gênero escolhido'.
Um estilo que não se reinventa morre. Ou vai virar um clube de tiozinhos tipo jazz e blues.

Sobre o Sepultura, aí vai um depoimento espontâneo do Dave Grohl.
Independentemente da carreira dele, é a visão sobre como 'Roots' soava aos ouvidos de um gringo.

https://youtu.be/oKbE9gNXOBY?t=2m
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Toni(Antognionni)  enviar um e-mail para Toni(Antognionni)
(teototeoto@yahoo.com.br) 10/04/2015 12:30:56

A música é livre, assim como os músicos, acho mesquinho botar barreiras na obra dos outros, arte foi feita para transgredir e ir além, chega de caretice, liberdade artística sempre.
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Filipe Silva Pereira Carneiro (Brasília/DF)  enviar um e-mail para Filipe Silva Pereira Carneiro
(filipespc@gmail.com) 09/04/2015 09:16:08

Kiko Loureiro no Megadeth só reafirma que não só existe um uma comunidade do Rock de alto nível no Brasil, como também nos mostra que essa comunidade não deve em nada para nenhum país do mundo.

Kiko Loureiro no Megadeth foi uma notícia foda! Temos que ter orgulho de produzir músicos com esse talento aqui no Brasil, e perder o complexo de vira-lata. Existe um Brasil Roqueiro no Brasil, e esse Brasil é fodástico!

Parabéns ao Kiko e a todos os guitarristas brasileiros que antecederam ele e ajudaram (e ainda ajudam) a dar destaque ao Brasil.
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Headbanger (São Bernardo do Campo/SP)  enviar um e-mail para Headbanger
(marcelobsobral@hotmail.com) 08/04/2015 22:40:00

Sambinha de "Uma nota só" para animar o tópico..rsrsrsrsrs

https://www.youtube.com/watch?v=i7sv5lBqs40
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por fpmuri (Sao Paulo/SP)  enviar um e-mail para fpmuri
(fpmuri@gmail.com) 08/04/2015 13:29:41

putz, essas reportagens foram foda mesmo,
se o cara entra na banda falam mal
se não tivesse entrado, iam falar mal também... difícil agradar
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 08/04/2015 11:54:52

Mas aí é outa coisa Fpmuri, e eu concordo com você
Raimundos, por mais que eu abomine com todas as minhas forças cansadas, estavam na deles
e na mistura ali, criavam um contexto coerente, tinham uma linguagem própria
era a praia deles, começaram daquele jeito, com a quela proposta, e que era natural e autêntica
inclusive teve gente tentando pegar carona e não conseguiu

já no Sepultura, o baterasta inclusive quando largou o barco para ser dj cluber, saiu falando merda de quem sustentou ele no passado...

Até acredito que em um ponto avançado da carreira, a bosta do berimbau possa ter ajudado
mas na minha opinião, quando eles despontaram para o mundo, e conquistaram seu espaço, foi por causa disso:

https://www.youtube.com/watch?v=b5xVR4Kab8Q
https://www.youtube.com/watch?v=UpfrBeQm5YU

e aqui não tinha nem cheiro de acarajé...

Sei que desvirtuou um pouco, mas voltando ao tópico original
toda sorte para ele! Tomara que o cara se dê muito bem e consiga se livrar desse país de merda

Basta ver essa amostra dessa "imprensa" maldita...custa elogiar e parabenizar pela conquista?

Provavelmente os canalhas fazem parte da panelinha de algum "desafeto"...
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Reed (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Reed
(reedguitar@yahoo.com) 08/04/2015 10:02:25

Só vou reiterar que a maioria dos funks cariocas não são música
Pra ser música tem que ter ritmo, melodia e harmonia
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por marcelomp (são paulo/SP)  enviar um e-mail para marcelomp
(marcelo@avallonblindagens.com.br) 07/04/2015 12:05:52



Mas o que torna o Angra diferente destas bandas todas é justamente isso que é " forçado " na opinião de alguns....

Se não fosse por isso...... seria apenas mais uma bandinha " Power " "melodic".... " viadadagem metal" e etc.......
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por fpmuri (Sao Paulo/SP)  enviar um e-mail para fpmuri
(fpmuri@gmail.com) 07/04/2015 11:57:53

Roberto
também acho zuado quando o objetivo é só mostrar que teve influencia de musica brasileira,
principalmente quando a mistura fica forçada, tipo colocar uma batida samba no meio de um metal melódico, só pra mostar que é daqui
O Angra acho que é um pouco isso. Faz um metal melódico 100%, e no meio enfia uma pandeiro perdido, só pra falar que é brasileiro... é muita forçação de barra

mas tem casos que isso acontece naturalmente, pela própria influencias dos músicos da banda,
por exemplo, uma banda que acho que fez um som foda nesse sentido foi o Raimundos (la vem as pedradas...rs),
pegou uma levada de rock paulera, botou umas letras escrachadas, vocal em português zuero, tringulo, berimbau e o caralho a quatro, e fez um som foda...
fez muito lixo comercial tambem, mas as pauladas eram de primeira,
e era um som novo, que nenhuma banda fazia na época... isso acho que é algo foda!

e quanto ao Villa Lobos, acho que é o mesmo caso do angra,
pega uma musica 100% europeia em toda sua forma e contexto, e tenta enfiar alguma coisa daqui só pra dizer que é brasileiro, e que esta misturando influência da musica brasileira... fica muito forçado, sem contexto

agora, como o Foka falou, tb acho que no megadeth não vai rolar espaço pra nada diferente... e até concordo, porque no megadeth ficaria ridículo, forçado demais
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 07/04/2015 11:18:25

Quando foi a merda da passeata dessa corja contra a guitarra? 60's?
Coisa patética...
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 07/04/2015 11:13:22

Foka, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa
Você está citando a tal da música brasileira
produções coerentes que seguem as diversas tendências

Eu falei dessa baboseira de uma banda de "metal", sem nenhum histórico dessas origens brazucas na sua formação
de repente enfiar um coco no meio de uma música que poderia tranquilamente dobreviver sem a bosta do tempero tropical
e usar isso como bandeira, como mérito por "defender a cultura"
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por timo (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para timo
(timokaarkoski@hotmail.com) 07/04/2015 10:48:22

Um comentario sobre sucesso do Angra na Europa. Por exemplo Finlandia. Ate hoje, em todas anos que morei la e agora visitando la 2 vezes por ano, eu encontrei UM album do Angra nas lojas de cd la... Foi Lisbon EP. Acho na Franca eles sao mais conhecidos, mas resto da europa, pelo menos parte mais nordigo, nem tanto.
Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 07/04/2015 10:06:46

Roberto,

Eu também não concordo com a ideia do "é bom porque é nosso".

Nossa música possui qualidade suficiente para falar por si só.

No final da década de 70 e primeira metade da década de 80 houve um movimento forte de proteção da música brasileira, principalmente por conta da invasão da música "disco".

Criou-se até o "clube do samba" no Rio. Há vários vídeos no Youtube...

Era guerra declarada.
Inclusive, há alguns que até hoje vivem nessa guerra, Beth Carvalho, por exemplo.
Ela é tão xiita que em entrevista ao Jô, disse que a Bossa Nova não passa de um samba sem uma parte da levada, feita para gringo. rs

Em termos, sobre a levada, até há alguma razão, é um "samba mais durinho"...mas sem extremismos, por favor! rs

Mas eu também abomino o radicalismo vindo do outro lado.

Enfim...há coisas boas em todo canto.

No final das contas, a música brasileira nunca esteve tão em alta, ainda que a qualidade esteja tão em baixa.
Vide o sucesso das vertentes universitárias e o Funk (bom, esse sempre foi forte no Rio...e eu curto muito também! :P)...

Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 07/04/2015 09:58:00

Marcelo,

É isso aí...aqui é assim também. Escuto metal e samba ao mesmo tempo. rs

Está rolando um Megadeth e muda para algum disco do Mussum. rs

Fazendo uma analogia, a ideia da mistura "cultural" é como cozinhar: Excesso de tempero estraga.

Tenho plena certeza de que não haverão misturas no Megadeth...não é a proposta, não é o estilo e não há motivos para mudar.
Kiko possui grande capacidade para ajudar na composição "metaleira" do Mustaine.

Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por marcelomp (são paulo/SP)  enviar um e-mail para marcelomp
(marcelo@avallonblindagens.com.br) 06/04/2015 23:49:28

Foka estamos juntos nesta lista de suspeitos!

Sou apaixonado por Heavy Metal e Hard Rock..... faço Pos graduação em Composição e Canção Popular!!!!

Vai entender....

Re: Kiko Loureiro no Megadeath
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 06/04/2015 23:29:01

Então Foka, isso que você falou é - de uma forma mais polida - mais ou menos o que eu penso.
Para mim é proselitismo mesmo. Tentar convencer os outros de que é bom, pelo fato de remeter à tal cultura de origem em si. Tipo, levantar uma bandeira para tentar agregar valor ao camarote...

E no histórico, pelo menos no caso do Sepultura, não existia nenhum traço disso.

Na mesma praia deles, do Metal Extremo, tem o Entombed, +/- mesma geração.
Conseguiram criar o que ainda hoje, mais de 2 décadas depois, é reverenciado como o "Death Metal sueco", o "som do Sunlight (studio)", sem precisar misturar nada da cultura local deles. E provavelmente quando eles começaram não imaginavam que isso iria acontecer.
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