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É para rir, ou, chorar?
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 30/07/2015 10:02:37

Olhem aí...

http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2015/07/30/ainda-nao-ha-cultura-de-metal-extremo-no-pais-diz-guitarrista-do-krisiun.htm

Aí eu escuto isso...

https://www.youtube.com/watch?v=liaSRd_Aw0o

É a musiquinha do que? Do "Rei Leão"? Parece...

Eu não sei se dou risada, ou se choro...pelo fato do cara criticar o país por achar que a "falta de cultura" é que impedem ele de fazer mais sucesso com esse som...

A falta de cultura crônica é razão de várias coisas, e merece ser criticada, mas, com certeza, não é a razão da falta de reconhecimento dessa banda (que estava tocando em festivalzinho de interior em pracinha xexelenta...)

Isso é o que eles cantam:

"Blood of lions - blood of lions
Ruled by the madness of vindication, collector of countless assassinations
In a mortal dawn of punishment, thru the valley of pale death"

"Sangue de leão, regido pela loucura da vingança, colecionador de diversos assassinatos".

Isso é o que eles falam: "Ainda não há cultura de metal extremo no país"

O que eu digo? "Ainda bem!"
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Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 06/08/2015 11:24:02

"pobre que vacila na ética".
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 06/08/2015 11:21:44

Entendi Foka.
Possuem mesma pronúncia, mas grafias e sentidos diferentes.

Intenção DE chocar. Propósito, intuito DE chocar.

Aumento, força DE chocar eu não consigo entender. Dá um bug na sintaxe.

Aumento da energia DO choque. Aumento DO choque. Como se fosse intensão DO choque.

Na minha opinião, com boa vontade, seguida pelo "de chocar" só consegui ver como intuito.
Ainda que eu não acredite que o intuito dos metaleiros do capeta seja causar danos reais à sociedade.

Para ser um aumento da tal intensidade de fatos, é preciso acreditar que isso seja algo real. Como os crimes hediondos cometidos pelos tais "pobre que vacilam na ética".

Para mim, tanto faz falar bem ou mal de qualquer bosta. Não tem rusga nenhuma. A porra da banda em questão é só para ilustrar.

A questão aqui é acreditar que as letras - ou seja lá o que for - possam influenciar ou ser responsáveis pelas tais ações na vida real.

E tanto faz o significado de ética. Dentro do contexto, estava claro, pobreza é justificativa para o tal "vacilo" - degolar, matar, estuprar. E para mim pobreza não é desculpa, nem letra de música, nem pentagrama.
Quem faz, faz porque é bandido, do mal. E quem defende consegue ser pior.

Lógico, cabe aqui lembrar dos desgraçados que queimaram igrejas. Mas ainda não acredito que seja culpa das letras ou das imagens.
A cula é do indivíduo que é bandido.

É aquele papo da mencionada esquerda, de achar que o indivíduo é vítima do sistema, que é apenas um reflexo do que o cerca.
E precisar caçar uns bodes para culpar.

E sobre o papo de se sentir atacado, esse vitimismo realmente é herdeiro da escola da esquerda.
É isso aí, vamos humanizar redes para combater essas injustiças...
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por BRich (Topo do morro/SP)  enviar um e-mail para BRich
(bdh73@hotmail.com) 05/08/2015 17:31:02

Só pra zoar, aí vai uma prova de que valorizam a cultura do metal extremo kkkkkkk

http://www.vandohalen.com.br/slayer-se-torna-patrimonio-cultural-americano/
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Vinnas (Aracaju/SE)  enviar um e-mail para Vinnas
(marcusvinas@gmail.com) 05/08/2015 10:43:46

Então, os q eu conheço mais são, por ordem: Djavan, Gil e Caetano.

Caetano me agrada pelo uso de acordes comuns sem muita relação entre si, algo que os Beatles fizeram.

Já Djavan e Gil empenam mais as harmonias, sendo que ambos tocam violão bem - Gil melhor ainda.
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 05/08/2015 10:25:27

Dado e Vinnas,

100% de acordo!
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Dado (Brasília/DF)  enviar um e-mail para Dado
(eduardovski@hotmail.com) 05/08/2015 10:15:49

"Gosto de muitas músicas desses caras, mas principalmente pelo conteúdo MUSICAL / harmonias."

No caso de Djavan, pra mim sim. No de Caê, nem isso. Suas músicas beiram o insuportável.
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Vinnas (Aracaju/SE)  enviar um e-mail para Vinnas
(marcusvinas@gmail.com) 05/08/2015 08:49:46

"Rapte-me Camaleoa?!?! Tinha que ser o CaetÂnus Veloso..."

Esses medalhões todos da MPB são incensados por esses joguetes de palavras, muitos beirando o nonsense.

Caetano é um, e talvez Djavan seja o maior deles.

Gosto de muitas músicas desses caras, mas principalmente pelo conteúdo MUSICAL / harmonias.
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Dado (Brasília/DF)  enviar um e-mail para Dado
(eduardovski@hotmail.com) 05/08/2015 08:13:02

Rapte-me Camaleoa?!?! Tinha que ser o CaetÂnus Veloso...
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 04/08/2015 17:35:16

Aliás...para deixar claro...

Eu não posto nada aqui para criar rusgas.

Posto para ler opiniões diferentes e debater ideias, teorias e afins.

Fazer piada e tirar um sarro é sempre válido e esse fórum sempre teve clima de boteco.

Pitão tirou um barato, eu dei risada, ele pode discordar da minha opinião, eu posso discordar da opinião dele...e boa, seguimos conversando, trocando ideias.

Agora...parece que alguns temas, algumas opiniões, geram reações que considero desnecessárias.

Roberto,

Nós podemos debater ideias, conceitos e diversas outras coisas sem a necessidade de ataque pessoal.

Meu propósito aqui não é inimizade. Caso alguma postagem minha seja tomada por ofensiva, por qualquer motivo, basta expor a situação e eu me retratarei. Isso é válido para todos.

Abraço!
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 04/08/2015 17:26:20

Roberto,

"Intensão" é substantivo feminino e significa o ato de intensar, força, veemência, energia etc...

"Mas quando uma banda canta coisas explicitas sobre o "mal", porque essa é a característica do estilo, com uma conotação explicitamente voltada para a intensão de chocar, para algo que toda a sociedade tenta combater"

Traduzindo: conotação explicitamente voltada para o aumento, veemência, força, energia de chocar.

É homônimo de "intenção", que significa propósito.


"Isso vindo de um sujeito que chama crimes hediondos reais de "vacilo na ética"."

Bom...pelo visto o significado de "vacilar" também é ignorado. Além da falha de interpretação do meu texto no outro tópico...

Agora...engraçado essa de querer me atacar.

Quem costuma fazer isso diariamente são os comunistas petistas.
Na falta de argumento, partem para a tentativa de desconstrução da pessoa e, agora, de instituições.
Isso faz parte da "cultura de esquerda" no Brasil atual...

Lula fazendo escola!
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Baleia (Brasília/DF)  enviar um e-mail para Baleia
(renato.baleiadf@gmail.com) 04/08/2015 16:27:24

O Wave transcreveu um trecho de uma letra de Caetano Veloso: Rapte-me Camaleoa.



Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 04/08/2015 16:20:46

"intensão"

Eu assumo, estava errado. O analfabetismo não é apenas funcional.

"...para algo que toda a sociedade tenta combater..."

Isso vindo de um sujeito que chama crimes hediondos reais de "vacilo na ética".

Por isso que não adianta desenhar para porta.
Em alguns casos, é uma linha tênue que separa o analfabetismo da desonestidade intelectual.
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 04/08/2015 15:55:43

Wave,

De onde saiu isso daí? rs

Lendo o que Vinnas e Wave escreveram, percebi que estão pensando na expressão "cultura" como sinônimo de "erudição".

Mas não é esse o sentido empregado no texto da entrevista, que foi o ponto onde fiz a crítica.

Aliás, a interpretação da expressão "cultura" como sinônimo de "erudição" é fruto do uso corrente da palavra no dia a dia, mas não expressa a ideia essencial do termo.
Apenas para constar, a definição de "cultura" é alvo de grande discussão há muito tempo, sendo que, até o presente momento, trabalha-se com uma definição geral tida como a "mais aceita" e que não é sinônimo de "erudição".

Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 04/08/2015 15:47:06

Boa Pitão! hahahaha

Mas cara...vou explicar, novamente, meu ponto e vou até usar algo que você já escreveu algumas vezes por aqui para tentar deixar mais claro.

A questão das letras não me incomoda. Eu não sou carola, tampouco possuo algum tipo de fé, para me incomodar com questões religiosas.

A questão da violência é boba. Logo, damos risada e até encaramos, como foi dito, como algo próximo ao cinema.

Acredito que o povo do Krisiun não seja do capeta...da mesma forma que Ozzy.

Mas quando uma banda canta coisas explicitas sobre o "mal", porque essa é a característica do estilo, com uma conotação explicitamente voltada para a intensão de chocar, para algo que toda a sociedade tenta combater...aí eu não vejo diferença, por exemplo, da vulgarização e rebaixamento da mulher, promovida no atual funk.

Como forma de "cultura", está no mesmo patamar de pobreza e rebaixamento.

Alguém aqui quer casar com uma mulher que venha da cultura da Valeska Popozuda?

Ou seja, é algo que, como "cultura", merece ser criticado e quanto menos, melhor.

Você mesmo já disse que desencanou dessa coisa de tocar metal por conta do "ambiente true", ou seja, shows em lugares xexelentos, lotado de "morcegos", "vampiros" e "paquitas from hell".

Aí você pega isso...e desce um pouco mais, para algo mais "extremo".

Outro dia e cruzo com uma galera que parecia saída de uma gravação de filme de terror.
Galerinha toda de preto, couro, pulseiras de espeto, maquiagem preta, tatuados com símbolos ditos "satanistas".
(Claro...chama atenção...e é engraçado...as pessoas ao redor caem na risada...)

Liberdade de expressão? Ok! Tem todo meu apoio.

Farão algum mal? Provavelmente não...mas esse não é o ponto.

O ponto é não sermos hipócritas: Alguém aqui quer que a filha seja como a Valesca Popozuda? Alguém aqui quer chegar em casa e ver o filho "trevoso" de coturno num domingo de sol?

Ou seja, aceitamos por força da liberdade de expressão e da democracia.
Isso é pura "aceitação", ou seja, esforço intelectual para conviver pacificamente com algo que foge do que, em dado momento, temos como parâmetros aceitáveis. Os parâmetros mudam? Com certeza, porém, certos atributos de base continuam, praticamente, os mesmos.

Exemplo: "Mulher com pouca roupa" já foi totalmente reprovado, hoje é aceitável, mas, até um certo limite. A mulher ganhou o direito de se expressar e se manifestar sexualmente, mas a promiscuidade ainda é vista com reprovação.
Ou seja, Valeska Popozuda não prega liberdade sexual, prega uma "cultura" de promiscuidade.
Há uma boa diferença aí...

É nesse ponto que dirigi minha crítica.

Não, obrigado, não está fazendo falta alguma a cultura do metal extremo.

Agora, veja bem, o sujeito pode curtir o som e não entrar na "cultura". Você escuta e não faz parte dessa cultura.
Eu gosto de Arch Enemy, tenho os CDs originais aqui...mas não nego que as vezes acho graça do som, embora o instrumental seja muito bacana!

Da mesma forma, eu escutei muito funk...e até hoje eu curto as coisas das "antigas". Funkeiro? Nunca fui.

Em momento algum eu disse que devemos banir o metal extremo, varrer sua temática (embora o fanboy de plantão tenha lido isso em algum lugar que eu desconheço...)...critiquei a infantilidade e a bobagem do tema.

Agora...para quem é fanboy...vai lá botar meu nome no centro do pentagrama! Bobinho!

Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 04/08/2015 10:32:50

A partir de uma entrevista que sequer dizia respeito à tão amedrontadora temática ocultista,
o analfabetismo funcional de um neurônio solitário descambou a conversa para um mimimi divertido.

Algumas coisas interessantes para a mimimização da música do capeta
https://www.psychologytoday.com/blog/plato-pop/201210/black-sabbath-and-the-secret-scary-music

e para as portas que não acreditam em paralelos entre a música e o cinema do cramulhão:
https://thegreyfalcon.wordpress.com/2010/04/04/black-sabbath-the-worlds-first-christian-metal-band/

“Isn’t it weird that people pay money to get the crap scared out of them. That’s when we decided to play scary music.” (Ozzy Capeta Osbourne)

"...Christ came and taught us about love, about doing unto others. That was his preach: Accept each other for who we are. Live peacefully, and love one another."
"I believe in a supreme being, yeah. But He's an all-loving God." (Tom Capeta Araya)

http://jam.canoe.com/Music/Artists/S/Slayer/2006/07/09/1675183.html

"If it's a good song, I'm not one that's going to go, 'This sucks because it's contrary to my beliefs.' To me it's more like, 'This is really good stuff. You're going to piss people off with this.'
"People have these heavy issues and ask, 'Isn't this a problem for you?' and no. I'm well-rounded, I have a really strong belief system and these are just words and they'll never interfere with what I believe and how I feel,"

E para divertir...um pouco de diversidade...

https://www.youtube.com/watch?v=qTT79KjvRnQ
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Dado (Brasília/DF)  enviar um e-mail para Dado
(eduardovski@hotmail.com) 04/08/2015 07:32:14

Wave, isso é sério? Que porra de letra é essa?
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Waverider (Barra Mansa/RJ)  enviar um e-mail para Waverider
(wave.rider@rocketmail.com) 04/08/2015 01:02:47

Eu diria que todos vcs estão certos. No entando, como sou politicamente incorreto eu direi que todos estão errados.., kkkkkkk

Eu acho uma merda essas vozes e letras dessas bandas aí. Não é o meu estilo. Se é cultura ou não, que se foda, é ruim pra caralho.

Agora, venerar isso aqui também não dá... é uma bosta completa. Cultura? Outra bosta. Que se foda cultura ruim.

"Rapte-me camaleoa
Adapte-me a uma cama boa
Capte-me uma mensagem à toa
De um quasar pulsando lôa
Interestelar canoa...

Leitos perfeitos
Seus peitos direitos
Me olham assim
Fino menino me inclino
Pro lado do sim...

Rapte-me
Adapte-me
Capte-me
It's up to me
Coração
Ser querer ser
Merecer ser
Um camaleão...

Rapte-me camaleoa
Adapte-me ao seu
Ne me quitte pas...
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Pitao (Rio de Janeiro/RJ)  enviar um e-mail para Pitao
(pitao.rio@gmail.com) 03/08/2015 19:07:17

foka, achei meio mimimi seu sobre as letras. acho que vc está ficando vintage e deveria frequentar o guitar church hehehe
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Felirawk (Jacareí /SP)  enviar um e-mail para Felirawk
(felipe.rocks.you@gmail.com) 02/08/2015 11:15:30

Onde o Moysés disse "cultura" substitua por "mercado". Ele só não usou melhor expressão.

Não existem produtores musicais especializados no subgênero porque não há mercado grande o suficiente para pôr o pã na mesa dos profissionais.

Quanto às letras, não há o que discutir. Death Metal é um subgênero com mais de 30 anos de idade, e os parâmetros para defini-lo são tão restritos que pequenas aventuras estilísticas o descaracterizariam.

Em contrapartida, querendo ou não, o funk do morro e o agropop (aquilo que as rádios chamam de sertanejo) são gêneros musicais que ainda experimentam e parecem estar ainda em processo de maturação estilístico, por mais que não seja do meu agrado - com exceção do Bonde do Rolê, que é do carcai! Rsrsrs...
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por gugaguitarra (Rio de Janeiro/RJ)  enviar um e-mail para gugaguitarra
(gugaguitarra2@hotmail.com) 31/07/2015 11:50:17

"Na verdade no Brasil:

falta cultura de metal extremo;

falta cultura de metal;

falta cultura;

Falta..."

+1,1
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Dado (Brasília/DF)  enviar um e-mail para Dado
(eduardovski@hotmail.com) 31/07/2015 11:31:26

"Na verdade no Brasil:

falta cultura de metal extremo;

falta cultura de metal;

falta cultura."

+1.
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Vinnas (Aracaju/SE)  enviar um e-mail para Vinnas
(marcusvinas@gmail.com) 31/07/2015 11:16:14

Na verdade no Brasil:

falta cultura de metal extremo;

falta cultura de metal;

falta cultura.

Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 31/07/2015 10:23:38

Isso tudo é falta de argumento? rs

Não sou eu...está lá. "Falta AO POVO cultura de metal extremo".

A menos que "povo" agora seja sinônimo de "produtores musicais", ou, outra coisa qualquer...

E, aliás, alguém aqui está falando de crime? De sistema carcerário?
Alguém falou que o metaleiro trevoso vai para as ruas matar alguém?

Ou seja, para criticar um estilo que fala apenas em sangue, capeta, estupro e outras coisinhas mais, é preciso trazer índices e estatísticas criminais?

Comparar com filme de terror? Pô, no mínimo bobinho.

Ah sim, o funk é o problema nacional, junto com a MPB, só por eu não gostar, porque eu sou do metááááuuuu!


Fanboy.
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 31/07/2015 09:24:15

Preguiça...Não vou desenhar porque porta que gosta de queimar livro não entende desenho.

Mas é isso aí...O que importa mesmo é que música do capeta não faz sucesso em país progressista.
Por isso os índices de criminalidade estão tão baixos nestes paraísos humanizados.

#HumanizaMetal, contra o crime de ódio desses opressores satanistas!

É comprovado que os pobres que habitam o sistema carcerário opressor imperialista - e segundo as portas paladinas da justiça social, vacilaram em sua ética - são todos fãs da música do capeta.

Poderia até perder tempo explicando a diferença entre ficção sobre temas ocultistas e mensagens que contribuem para a sexualização de crianças e relativização do crime em nome de uma suposta justiça social...
Mas porta oscurantista não está preocupada em assimilar informações. Queimar livro é mais importante.

E em paralelo ao combate socialmente justo à música do capeta, não custa nada também combater os filmes de terror.
Na história não faltaram portas obscurantistas que comprovaram o efeito maligno destes na população indefesa...
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 30/07/2015 19:30:22

Eu não interpretei direito?
Ok, eu vou desenhar o que eu escrevi e a base na entrevista.

A chamada da matéria é a frase da banda "Ainda não há cultura de metal extremo no país", diz guitarrista do Krisiun"

Ok, vamos ler a matéria para entender o contexto.

Gravar fora do país, melhor produção no exterior, acesso mais fácil ao equipamento e mão de obra...ok, tudo muito válido.
Concordo 101%...

Mas...eu que não interpreto bem as coisas...leio isso aqui:

""Estamos crescendo. Mas a cena do death metal não é tão grande aqui como nos EUA. Bandas como Cannibal Corpse e Morbid Angel têm um status diferenciado lá. Atingem vendas na 'Billboard'. A música extrema tem um respeito maior lá. No Brasil, o povo ainda não tem uma cultura do metal extremo como lá fora", diz Moyses, que arrisca a fórmula para o crescimento do gênero no país."

Vamos lá:
1- "A cena não é tão grande aqui"
2- "Bandas X e Y tem status diferenciado lá"
3- "No Brasil, o povo ainda não tem uma cultura do metal extremo como lá fora".

Ou seja, aqui, por falta de uma "cultura do metal extremo" eu não tenho o mesmo respeito e público que na gringa.

É preciso explicar mais algo? Ou quem gosta, é fã, acha bonito, precisa defender e dizer que isso não é uma crítica?


"A tal temática do ocultismo/etc sequer foi citada na entrevista, e não precisa ter mais que 2 neurônios para entender que não era disso que o cara estava falando quando usou a expressão "cultura..."

Então os neurônios falharam. O texto é claro "cultura do metal extremo".
Com citações de bandas como "Canibal Corpse".

Logo, a cultura deles pode ser exemplificada pelo que estão cantando.

Ok...vamos ouvir a música para tentar entender um pouco da mencionada cultura.

Aí é um festival de sangue, fezes, estupro, assassinato, coisas diabólicas etc.

Você gosta disso? Eu não.

Logo, fiz a crítica pelo conteúdo da letra. E só. O instrumental de grande parte dessas bandas é muito bom e isso nem vou questionar...

Fiz uma troça e uma piada, pois, é a única que posso fazer quando vejo um marmanjo cantando sobre "loucura da vingança", "colecionador de assassinatos".

Pode até ser que a banda cante isso como uma ilustração de fatos de terceiros, mas, as outras bandas do estilo descem ainda mais no extremismo.

"E por falar em coisas "tolinhas", é uma tolice sem tamanho insistir nessa caça as bruxas com heavy metal + satanismo.
Aquelas baboseiras dos 80's da tipper gore de processar Judas e Ozzy pelo tal do suicídio...pelo amor de Deus..."

Pô, menos né? Isso foi uma bobagem na sua época.
Mas se bandas incluem em suas letras, de forma intencional, temas como ocultismo e satanismo, não é preciso ser caçador para querer ver as bruxas...por mais que seja uma baboseira sem fim.

Logo, para deixar claro, já que não fui bem interpretado, faço a crítica com relação ao lamento pela falta da tal "cultura do metal extremo", pois, pelo que podemo observar, ainda bem que essa cultura não é tão disseminada.

Abraço!
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Roberto Costabile Junior (São Paulo/SP)  enviar um e-mail para Roberto Costabile Junior
(robertocostabilejr@gmail.com) 30/07/2015 14:07:41

Fpmuri e Pitão
Vocês entenderam o sentido da expressão "cultura do metául fromréll", no contexto da entrevista. E foi sobre isso que eu tentei argumentar.
E a analogia com a cultura do churrasco não poderia ser mais apropriada.
Posso até dar o benefício da dúvida e acreditar que o Foka não entendeu o que estava escrito, por mais claro e articulado que seja o texto da entrevista.
É realmente complicado ter que explicar coisas tão básicas e simples para mostrar o sentido do que foi dito.

E é lógico, ninguém está defendendo banda nenhuma para dizer se é "bom" ou não.

Mas o que fica claro é a necessidade de distorcer os fatos para tentar provar algo, e usar conotações depreciativas para mostrar uma coisa falsa.
Podem até tocar na porra da praça, mas não estão se lamentando por isso como se fosse indício de "falta de reconhecimento".

A tal temática do ocultismo/etc sequer foi citada na entrevista, e não precisa ter mais que 2 neurônios para entender que não era disso que o cara estava falando quando usou a expressão "cultura..."

Mas é engraçado como no final, a discussão aqui não é nem sobre técnica, ou apelo com público, condições, ou algo do tipo, mas sim sobre como uma entrevista com um texto claro pode ser tão mal-interpretada. De forma consciente ou não. Mas isso é apontado por diversos estudos, não é de hoje.

E por falar em coisas "tolinhas", é uma tolice sem tamanho insistir nessa caça as bruxas com heavy metal + satanismo.
Aquelas baboseiras dos 80's da tipper gore de processar Judas e Ozzy pelo tal do suicídio...pelo amor de Deus...
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por fpmuri (Sao Paulo/SP)  enviar um e-mail para fpmuri
(fpmuri@gmail.com) 30/07/2015 13:41:52

eu não gosto muito do som da banda (acho muito enjoativo, da pra ouvir umas 2 musicas seguidas no máximo)

mas achei eles bem sensatos na entrevista,
no final ele só esta justificando por que gravaram o disco lá fora,
e o motivo é super legítimo,
aqui o mercado para esse tipo de som é pequeno, não tem estúdio/produtores com experiência, equipo, etc. (isso ai é a tal "cultura de metal extremo" que ele falou)
se alguém quiser grava um CD de axé, aqui é o melhor lugar, pois temos uma "cultura de axé" - muita gente que trabalha com isso, produtores com experiência no estilo, estúdios preparados pra gravar esse tipo de som, etc. etc.

sem julgamento de valores, acho que ele só relatou algo que é um fato (sem dizer que só metal presta e os outros estilos são uma merda)

seria o mesmo que dizer que aqui temos uma 'cultura de churrasco', e não temos cultura de 'yakisoba' (um não é melhor ou pior que o outro)
vai tentar fazer um churrasco na china,
você não vai encontrar picanha no mercado, não vai achar carvão, não vai ter espeto, sal grosso, etc... porque eles não tem 'cultura de churrasco'.
acho que o que ele falou foi nessa linha...
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Pitao (Rio de Janeiro/RJ)  enviar um e-mail para Pitao
(pitao.rio@gmail.com) 30/07/2015 13:33:10

vamos la:

eu acho krisiun fodastico, ja vi a banda ao vivo em algumas oportunidades e o nível técnico dos caras é ANIMAL.

Curto a sonoridade e nessa vertente as letras sao sempre assim escrotas e infantis. mas isso faz parte da estetica.

e achei o discurso do cara totalmente pé no chão. ele relatou o óbvio. não tem público pra eles como não tem nada de público pra qqr coisa que envolva guitarra distorcida e cabeças balançando no brasil.

nego acha que isso aqui e o paraíso do metal pq trazem pra cá o maiden e lotam qqr estadio, mas a cena local é deprimente. e a culpa disso é dos fãns.

digo isso pq tive bandas autorais tocando no circuito carioca, e o que nego quer ouvir é cover. eu saia pra fazer shows sabado de noite pra puta que pariu de longe da minha casa e tinha 30 cabeças no local, no fim eu preferi usar meus sábados pra ir jantar com a minha esposa e ficar tocando guitarra dentro de casa.
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 30/07/2015 12:18:04

Complementando o post anterior...

Eu nem vou criticar a qualidade artística da banda...não vem ao caso.

A questão é "cultura".

Se a "cultura" da qual se lamenta a ausência é a do capeta, sangue e violência...que continue assim.

Essa "cultura" é tão prejudicial quanto os valores da cultura do funk e do sertanojo.
Re: É para rir, ou, chorar?
postado por Foka  enviar um e-mail para Foka
(direitotcc@yahoo.com.br) 30/07/2015 12:06:45

Roberto,

Fora do país eles tocam em lugar melhor...normal.
Aqui, até em pracinha estão tocando:
http://www.gazetadacidade.com/cidades/krisiun-faz-show-gratuito-em-braganca-paulista-neste-sabado-18/

Realmente, dá para entender o motivo de ir embora. Nisso, até eu concordo.

Mas isso é o de menos...

A minha crítica é no sentido de que, funk, sertanojo e esse tipo de rock, estão no mesmo patamar.
(Em tempos, uma coisa não se pode negar: Os caras tocam muito bem.)

Portanto, já que não posso melhorar o que já está aí, que fique como está.

No final das contas, Naldo e Michel Teló também ganham a vida fazendo o que gostam e lotando shows, pois, há "cultura do funk" e "cultura do sertanejo".

Que o rock, em muitos momentos, é feito de letrar tolinhas, infantis e bobinhas, todos sabemos...
Mas quando começa essa coisa de capeta, sangue e violência, dá na mesma do "camaro amarelo" e "balança a bundinha".

Desculpe-me, mas há outros lados do rock (e do tal "rock pesado"), há coisas muito boas.
Da mesma forma ocorre no sertanejo e até no funk.

Abraço!
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